27 março 2015

Made In China: Compras Recebidas De Lojas Chinesas - E Um Pouco Sobre Trabalho Escravo

Quando a gente pensa nos preços das lojas chinesas, é difícil não se seduzir, né? Sei que sempre tive uma curiosidade, uma pulguinha atrás da orelha, sobre como seria a qualidade e se valeria a pena. Por isso, quando algumas lojas do ramo de confecções lá do nosso conhecido outro lado do mundo me ofereceram para testar seus serviços, achei que era uma oportunidade bem legal.

Um adendo importante é que peguei essa chance também para descobrir quais sites respeitam seus trabalhadores e quais não. Nos contatos por e-mail, pedi para que me contassem um pouco sobre suas fábricas e como era a origem delas. Duas lojas cortaram o contato por ai, mas as demais - que estão presentes no vídeo - me contaram (e dei um Google geral para ver se a informação procedia) que as roupas vinham de fábricas onde os trabalhadores são assalariados e em boas condições. É possível checar nos bancos de dados das organizações a favor dos direitos humanos quais empresas chinesas tem ou não ligação com trabalho escravo, então foi ai que me joguei feliz!

Caso sintam curiosidade de saber mais sobre isso, vale lembrar que há bancos de dados aqui no Brasil também sobre as empresas que tem passe vermelho ou não. Um dos primeiros sites que indicaria de bom grado é da Repórter Brasil, que faz maravilhosas matérias investigativas. Com um pouquinho de paciência e boa intenção, dá para confirmar as informações em inglês que correm soltas pela web também. Não consegui checar nesse double check se as informações passadas eram corretas em relação aos fornecedores de sapatos dos sites e por isso, mesmo com a palavra das lojas, preferi não investir nesse lado.

Um site muito interessante que descobri nessa jornada foi o Slavery Foot Print, que te diz quantos "escravos trabalham para você" através das marcas que você consome. Vale a pena checar - mesmo. Fiz o teste pensando em tudo que tenho aqui em casa, com minha alimentação, guarda-roupa, o que você imaginar. O resultado foi chocante: 51 escravos, quase todos ligados as marcas de eletrônicos que tenho. Assustador; e ainda não sei o que pensar com essa informação tão pesada.

Sem mais delongas e partindo para a parte boa e sem sangue, vamos para o vídeo? Nele falei sobre a qualidade, sobre os tamanhos e sobre o que achei que era legal ou não.


Os Itens Citados (porque ninguém merece caçar eles nos sites enormes, né? hehe)

Você já comprou em alguma loja chinesa? Em qual? Achou que valeu a pena? Foi taxado? 

Aquela Vez Em Que... Meu Cabelo Se Revoltou Em Plena Formatura

O ano era 2007. A Mariana aqui havia dado nós em pingos d'água, subido em cima de carteiras para gritar com uma sala de 45 alunos, andando meio Bom Retiro em busca do vestido que queria usar e gasto pelo menos uns três meses envolvida com ser representante de classe e de formatura do seu ano. Nem vamos comentar como eu desde sempre curto abraçar o mundo com as pernas, mas sim focar no fato de que havia dentro de mim uma pilha ligada declarando que tudo teria que sair perfeito no dia da colação.

E então, naquele 21 de Dezembro, começou uma chuva danada em toda a cidade. Cheguei atrasada ao cabeleireiro, numa época em que não sabia fazer cachos em mim mesma, e fiquei pura ansiedade e animação enquanto ele construía cachos perfeitos no meu cabelo (que era um bocado mais comprido na época). Sai do salão com os rolinhos presos para durarem mais e uma animação de que, apesar da tempestade, tudo daria certo e que meus fios seriam meu arco íris triunfal.

Se você leu o título do texto, já sabe que não é por ai que a banda tocou.

A situação não era definida nos meus fios...

Cheguei correndo em casa depois de ter ficado duas horas presa no carro por causa da combinação de chuva e a cidade de São Paulo. Tirei os grampos correndo, ajeitei a franjinha, fiz uma maquiagem levinha (ah, como gostaria de voltar no tempo e me fazer algo diferente...!) e calcei um salto alto que me faria ficar com a altura mais próxima tanto do meu companheiro de representação e do meu então namorado - que, apenas para vocês imaginarem a situação engraçada do meu "tipo", se agigantava com mais de 1,90m enquanto eu estava lá com meu 1,53m da época. Entrei no carro. Tudo certo. Tudo daria certo.

E não deu. A chuva destruiu os cachos, fazendo meu cabelo armar e se tornar algo mais parecido com a Hermione cozinhando uma poção nas masmorras do que enfeites de boneca. Minha franja enrolou por causa da umidade. Meu esmalte, escolhido a mão para ter o tom de violeta que combinava com minha turma, lascou. Esqueci de por o meu batom na bolsinha para retocar. Ou seja: o que podia dar errado na minha aparência, salvo o vestido e o salto não quebrar, deu.

Minha auto confiança balançou profundamente quando percebi toda essa série de desaventuras e meu instinto foi me esconder atrás do palquinho e bater a cabeça na parede... Até que entrei pelas escadas e vi meus outros 498 colegas (pois é: esse era o tamanho do 3º ano do meu colégio) e senti o arrepio delicioso do que aquela situação significava. Estava me despedindo de dezenas de pessoas que conhecia há 6 anos, que estiveram comigo em situações boas, ruins. Me causaram dor, me causaram paixões, me causaram sorrisos e me deram centenas de lições.

Entregando o presente para o professor homenageado da minha turma, juntamente do meu colega de classe: nosso querido professor de física ♥

Precisei de um segundo extra para não tropeçar naquela descida e me juntar às minhas amigas. Hoje, vendo meu álbum de fotos, posso até me revoltar com tudo que deu errado na minha aparência: mas a maior lembrança é da sensação de ter recebido uma medalha pela minha nota do Enem, a nostalgia da foto em que estou abraçada com a menina que me abraçou no meu primeiro dia de aula como aluna transferida na 5ª série, a alegria de entregar um presente para o meu professor de física que me ajudou em todas as dificuldades que encontrei com a matéria, o carinho do meu professor de matemática me dando o prêmio por notas (sempre sofri com a matéria e era a que mais tinha que estudar!). Olho para a foto área da nossa turma e ali está o minuto de silêncio pelo nosso colega que se foi, naquele meio está minha primeira paixão, meu suor por ter contribuído para minha sala e meus colegas formandos. Havia tanto mais naquele momento do que meu cabelo. Havia vida.

Nessa história, minha lição não fica apenas sobre usar spray anti umidade nos fios. Está em lembrar que um sorriso verdadeiros e uma emoção sincera valem muito mais do que uma perfeição estética ou pensar em tudo que deu errado. Entendo como nós perfeccionistas, especialmente no que diz respeito à nós mesmos, podemos nos tornar ranzinzas e amargos ao perceber que algo fugiu do nosso plano. Mas ficou guardada em mim a lição de que as vezes o plano vai muito além do que imaginávamos e precisamos tentar não nos fechar por estarmos sendo críticos demais com o externo, para que as emoções e sentimentos possam de fato criar suas melhores memórias.

Recebendo medalha honrosa pelas notas: o fato de ter sido meu professor de matemática (a matéria que sempre foi meu calcanhar de aquiles) que me entregou deu um gosto especial para a conquista: estudei muito para manter minha média com os benditos logaritmos!


Amo cada foto daquela noite - até mesmo as que me daria um T de trasgo em poções. Foi uma vitória, uma conquista, um trabalho bem feito, uma chave para uma época cheia de aventuras e uma porta para outra que traria tantas outras e tantos crescimentos. Por isso, não perca tempo pensando na meia que desfiou, no cabelo que armou ou na espinha que apareceu: preste atenção na beleza do que há no seu redor, e como ela reflete a sua e o seu trabalho também.

Aproveite todos os dias, até os de cabelo ruim.

Com todo meu amor,
Mari

No final, tudo acabando bem: mesmo com a franjinha revoltada.

26 março 2015

Cuidados Incomuns Que Mudaram Minha Rotina de Beleza

Todo mundo conhece e tem prediletos em seus cuidados conhecidos da rotininha que todas criamos para nos sentirmos melhor em nossos corpos, cuidar da nossa pele, cabelos... Mas hoje decidi dividir alguns produtos e cuidados que não são tão lugar-comum e que, desde que comecei a usar, não troco por nada!

Cuidar da Raiz dos Cabelos

Comecei a prestar mais atenção ao meu couro cabeludo quando tive queda, mas a diferença que cuidar dessa parte do cabelo fez para o restante dos meus fios foi inesperada. Basicamente: menos oleosidade negativa, fios mais soltos, mais espaço entre lavagens, menos queda, mais vitalidade. Parece uma maravilha, né? Pois, para mim, tem sido mesmo!

Os produtos que viraram meu santo graal para isso são o Tônico de Jaborandi da Bioextratus e o Roots da Lush. Ambos são aplicados como um pré-lavagem, deixo agir por 20 minutinhos, e quando finalmente vou lavar os fios eles estão com outra energia. Fez mais pelo meu cabelo do que muita coisa que colocamos da raiz para baixo! E faz sentido, já que é a partir do bulbo presente no couro cabeludo que o cabelo nasce.

Nutrir os Cílios

Os cílios? Pois é, os cílios. Comprei o Double Cils da Mavala por se tratar de um produto destinado á essa área e que não contém nenhum ingrediente que possa ser negativo para a região dos olhos e, embora esperasse mais força nos fiozinhos presentes (afinal, condiciona-los não poderia fazer mal!), o que encontrei foi um novo mundo digno de música da Disney! 

Minhas pestanas estão mais longas, mais grossas e até tenho uns fiozinhos que nunca tive antes! Qualquer máscara que uso está fazendo um efeito muito mais dramático e também sinto que perco menos cílios - o que quer dizer menos desejos feitos naquela brincadeirinha, mas aceito isso de bom grado.

Aplicar Tônico Com os Dedos

Essa dica apareceu na minha vida quando comecei a ser usar uma rotina para cuidados com a pele mais baseada no que é comum de se ver na Coréia: a lógica é que ao invés de esfregar o produto com um algodão, que suga uma parte do líquido e não aplica ele tanto na pele, é que os dedos são mais gentis e cumprem melhor a função. E não é que comecei a ver mesmo algo a mais com meu tônico depois disso? Um passo simples, que até faz com que usemos um item a menos (o algodão) e que perceptivelmente me fez aproveitar mais o Clarifying Lotion Mild da Clinique.


Assentar o Make Com Um Spray

Claro que quero controlar a oleosidade da pele depois de prepara-la cuidadosamente com maquiagem: mas, ao mesmo tempo, as vezes não curto o visual "perfeito demais" do pó - ou mesmo "pesado demais", que é mais comum queremos passar beeem longe no verão. Por isso, sprays usados logo depois que termino de fazer todo o rosto de make tem sido um grande trunfo na minha necessarie. O All Nighter e o The Slick da Urban Decay são meus favoritos para manter tudo no lugar sem sentir que usei uma camada extra. 


Esfoliar os Lábios

Ando sendo mais religiosa em usar um esfoliante labial ao menos uma vez por semana. Nesse meio tempo, tenho sentido que todos meus hidratantes para a região funcionam melhor e que os lábios recebem muito bem qualquer tipo de produto aplicado logo depois. Tem várias receitinhas fáceis para criar um DIY (Faça Você Mesmo), como usar açúcar com mel, mas tenho usado o Bubblegum da Lush.




Cinderela | Make, Penteado e Look!

Amanhã será a estreia do novo filme live action Cinderela, da Disney. Estou mega-super-duper-hipeeeeer animada para assistir! Há meses que a ansiedade está batendo forte para ver a produção, então não poderia deixar de comemorar a chegada do filme ao cinema com o get the look inspirado.

Vídeo:



Produtos Usados:

Face

  • Base Lock It Foundation Tattoo na cor 44 Light - Kat Von D [resenha]
  • Corretivo Secret Camouflage na cor 02 - Laura Mercier
  • Corretivo Radiant Creamy Concealer na cor Chantilly - NARS
  • Pó HD Universal - Dailus Pro
  • Blush da paleta de 42 Cores Shimmer - Pink Gloss
  • Iluminador Mary Louminizer - The Balm
  • Glitter da linha Amis - Natura

Olhos

  • Primer Stay, Don't Stray - Benefit
  • Lápis Sombra na cor Branco - Dailus 
  • Sombra cremosa na cor Teal - Maybelline
  • Paleta de sombras matte Rosê - Miss Rosê
  • Lápis Pearglide na cor Industrial - MAC
  • Sombra da paleta de 42 Shimmer - Pink Gloss
  • Lápis preto - C1G
  • Máscara 2 em 1 - Natura Una
  • Glitter da linha Amis - Natura

Lábios

  • Lápis labial na cor Wicked - Urban Decay
  • Batom na cor Please Me - MAC
  • Gloss Plushglass na cor Ample Pink - MAC

Pinceis


Cabelo


Look


  • Vestido - She Inside
  • Camisete de renda - sem marca
  • Cinto: Cherry Pie
  • Tiara: Accessorize
  • Sapato: Melissa Lady Dragon + Cinderela

Hey! Eu deveria começar a postar mais outfits no blog? Me contem nos comentários!

23 março 2015

Minha Coleção de Sapatos: Sapatilhas e Flats

Antes de você mergulhar nesse vídeo, faço de antemão um aviso: minha mãe me chama de Centopeia e eu de fato estou na casa dos três dígitos quando o assunto é sapatos. Obviamente ninguém precisa de tantos sapatos...  Mas eu tenho eles e faço ao menos duas vezes por ano uma vistoria para ter certeza de que quais continuam na coleção. Hoje em dia sou bem mais regrada no que diz respeito à compras do que já fui e como tenho um sistema de organização com pouca flexibilidade para espaço extra, tento me manter fiel ao mantra de "entra um, tem que sair outro".



Tudo isso é uma introdução para dizer que tem mais de 30 pares nesse primeiro vídeo da coleção, que mostra minhas sapatilhas e demais sapatos rasteiros. Se você é uma viciada em sapatos - e sapatilhas! - espero que curta bastante ver meus bebês e meus comentários sobre cada um .

A intenção do vídeo não é "me achar" de forma alguma por ter tantos sapatos. Comprei eles com meu dinheiro, em poucos casos ganhei de presente, e tomo cuidado para rotacionar eles. Espero que entendam que fiz isso como uma maneira de dividir a paixão por calçados e por pedidos! ♥ 

Vídeo:



Fotos da organização:

Spoiler do tour pelo quarto (que sairá assim que eu tiver alguns detalhes resolvidos!): minha cama tem seis gavetas feitas para guardar sapatos! Quatro delas mantém minha coleção mostrada nesse vídeo, e divido todas por cor:


Qual seu tipo de sapato predileto? ♥



21 março 2015

MariResponde #1: Tamanho do Canal, Meu Blog e Meu Público

Acho que algumas perguntas do #MariResponde terei que sair escrevendo bíblias, porque se não existem umas que dariam vídeos enormes... Acabou de ter uma na minha página do Face que já recebi outras vezes, escrita de outros modos, por outros meios, mas sempre divagando sobre um tema que merece uma resposta. Então vamos lá:

A pergunta (da @Aliny Cruz): 


"Mari, te acompanho desde de inicio, e vejo que muitas blogueiras se inspiraram em vc pra começarem a fazer vídeos. Eu adoro os seus vídeos, te acho superrrr e fico um tanto inconformada por outras blogueiras terem mais inscritoss que vc. Como vc se sente quanto a isso?"

#MariResponde: 


Claro que não é lá a melhor coisa do mundo, mas consigo ver porque isso aconteceu. Uma parte da culpa é minha, por só ter pego o canal seriamente depois de uns dois, quase três anos, já iniciado. Algo que também me culpo é porque durante muito tempo não entendi quase nada de marketing e de como isso funciona e impulsiona o canal. A outra parte, que sei que é fora do meu controle, é que meu público foi e sempre será diferente do público padrão de quase todas as blogueiras grandonas.

O que é diferente? A faixa etária, ao invés de mais novas (embora também tenha mais novas) é parecida com a minha, dos 18 aos 25. Essa faixa não é tão ligadona em blogs quanto as mais novas, abaixo dos 18, que são um público gigantesco. Outro ponto é que sou um tanto "nem lá, nem cá": entendo de moda mainstream, mas não sou lá muito mainstream. Entendo de moda alternativa e posso segui-la, mas não estou ligada tão pouco em tendências alternativas quanto meu estilo mais "fofo" não costuma ser levado em consideração como alternativo. Logo, tem gregos e troianos ai que não consigo agradar: as pessoas que querem o mainstream, as pessoas que querem o alternativo pesadão.

Outro fator decisivo que só passei a prestar atenção em tempos mais recentes: blog. Canais do Youtube grandes de maquiagem, moda e beleza cresceram muito² tendo blogs. Meu blog sempre foi deixado de lado por mim mesma e isso sem dúvida me colocou para trás também.

Esse ano, que estou com apenas o blog e o Youtube como responsabilidades profissionais (coisa que não ocorreu no passado - hoje, pela primeira vez, eles são 100% a minha fonte de renda), estou me dedicando mais ao canal, tendo uma agenda fixa e me dedicando também mais ao blog. Isso se deve ao meu desejo de correr um pouco atrás nessa "corrida maluca", mas também ao tempo que agora tenho disponível para por as mãos na massa quanto à isso.

Independente disso tudo, serei sincera com vocês: não tenho pretensão ou achismo de que serei uma blogueira giganteeeeeesca como algumas são. Não por não acreditar no meu potencial, na qualidade do meu conteúdo ou qualquer motivo do gênero! Não, não: acredito na minha capacidade e sei que estarei sempre melhorando para vocês e por mim também. Aqueles dois pontos - da faixa etária e do público mais "especializado" - sei que continuarão me deixando para trás. Não irei ficar me transformando para conseguir abraçar todos os públicos diferentes - acho que isso me levaria à perder a essência - embora obviamente me interesso e me empenho em alcançar o maior número possível de pessoas. No final do dia, minha intenção é capturar todas as pessoas que se identificam comigo, com meu estilo ou com a mensagem que quero passar.

E, posso falar? Meu público, sendo menor que muitas, e ainda sendo grande de muitas maneiras, é o melhor que já vi por ai. Não recebo haters, praticamente (se é um por mês, tá muito ainda!). Recebo uma quantidade de amor tão sincero, tão genuíno, tão especial; e que, ao meu ver, vem de uma conexão singular que tenho por ser eu mesma. Valorizo demais cada uma de vocês e valorizarei sempre quem entrar no meu time. Pode ser que nunca alcance número enoooormes, mas sou muito feliz com a fidelização de público que tenho e com o engajamento de vocês. Não troco por nada!

Quero continuar crescendo, sim. Quero correr atrás das partes que deixei para trás por culpa minha, sim. Mas também não quero me dedicar à esse trabalho apenas por sonhos de grandeza ou "pseudo-fama". Isso vai contra tudo que me proponho a realizar na vida; nem é falando só de trabalho. Embora seja extremamente frustrante ter sido uma das pioneiras do meio e ter sido deixada para trás, não culpo ninguém além de mim mesma por isso. Mas, claro, é algo que pode causar frustrações e que já me deu até mesmo dúvidas sobre continuar nesse caminho.

Meus planos profissionais atuais sempre incluem o canal e o blog de agora para frente, mas não apenas eles. Quero fazer pós, quero começar a trabalhar de fato no meio da consultoria de imagem (que me descobri apaixonada nos últimos anos) e quero continuar encontrando novas fronteiras. Talvez essa fronteiras incluam novos tipos de público, talvez eu continue multiplicando o mesmo. Seja como for, posso garantir que farei com dedicação, carinho, amor, profissionalismo, transparência e uma dose alta de qualquer magia que encontre em mim. ;)


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